"As memórias são como livros escondidos no pó. As lembranças são os sorrisos que queremos rever, devagar..."
Devagar.
Parece que foi ontem. Tudo o que nos marca parece que foi ontem. É sempre assim.
Mas ontem, ontem mesmo, foi bom para relembrar e chorar um bocadinho. Só um bocadinho mais.
Lua cheia.
Noite quente.
Os sons que já fizeram muitos sorrisos também.
Sei de cor.
"Ser poeta é ser mais alto. É ser maior do que os homens, morder como quem beija, é ser mendigo e dar como quem seja rei do reino de aquém e de além-dor.
É ter de mil desejos o esplendor. E não saber sequer que se deseja. É ter cá dentro um astro que flameja, é ter garra e asas de condor.
É ter fome, é ter sede de infinito. Por elmo, as manhãs de oiro e de cetim... É condensar o mundo num só grito!...
E é amar-te assim, perdidamente...
É seres alma e sangue e vida em mim...
E dizê-lo cantando a toda a gente!"
É tudo isso e muito mais, porque o limite somos nós que o traçamos.
It's never enough.
Beijo grande, daqueles repenicados...
:)
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