A pergunta não é fácil. Posso escolher duas? Não. Uma só. Não é fácil. Por isso dei a resposta errada.
Sim, tens razão (*). A pessoa mais importante do mundo para mim sou eu. Euzinha. Não numa perspectiva egoísta, mas numa perspectiva sincera. Sinceramente, como posso valorizar tudo o que se passa à minha volta, se não me valorizar? Se não puser os meus interesses, os meus desejos, as minhas ambições, no prato mais pesado da balança?
Escolhi. E escolhi bem? Não sei, Deus sabe (como dizem por aqui). Depois se vê...
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