domingo, setembro 03, 2006

E morrer por ser preciso...

Ninguém disse que os dias eram nossos
Ninguém prometeu nada
Fui eu que julguei que podia arrancar sempre mais uma madrugada

Ninguém disse que o riso nos pertence
Ninguém promete nada
Fui eu que julguei que podia arrancar sempre mais uma gargalhada

E dexar-me devorar pelos sentidos
E rasgar-me do mais fundo que há em mim
Emaranhar-me no mundo e morrer por ser preciso, nunca por chegar ao fim.

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